Análise de Elegibilidade e Gestão de CARs

Equívocos que a maioria das indústrias comete quando o assunto é CAR:

a) Análise de supressão vegetal malfeita ou não realizada.

b) Não saber quais CARs priorizar.

c) Não ter processos para a coleta de CARs.

Objetivo

Realizamos todas as análises de elegibilidade das áreas rurais utilizadas no RenovaBio, priorizando as áreas que mais contribuem para o Volume Elegível e entregando um relatório para cada CAR.

Motivo

Se sua indústria opera ou deseja operar no RenovaBio utilizando CARs, você está adotando uma estratégia acertada, pois o Volume Elegível é um fator multiplicador de CBios, como demonstra, por exemplo, o Cenário 3 na tabela abaixo.

Simulacao melhoria NEEA e Volum elegivel 1

Comparando o Volume Elegível do Cenário Base com o do Cenário 3, houve um aumento de 16 pontos percentuais no Volume Elegível (de 25% para 41%). Ou seja, o lucro líquido anual quase dobrou, passando de R$ 4,3 milhões para R$ 7,06 milhões.

Utilizar CARs no RenovaBio é um trabalho árduo e complexo, pois, além de coletar os CARs dos fornecedores de biomassa, é necessário verificar se essas áreas sofreram desmatamento a partir de novembro de 2017. Para cada CAR coletado, deve ser realizada uma análise de desmatamento zero por um geoanalista experiente. O relatório da análise de cada CAR deve ser armazenado para servir como evidência na auditoria da firma inspetora.

Além disso, há uma complexidade na gestão dos dados, pois um CAR pode estar associado a mais de um agricultor, e cada CAR tem seu próprio teto de elegibilidade.

Se, durante a auditoria, um CAR for identificado com irregularidades — como não estar ativo no SICAR, ter sido criado após o período de produção do biocombustível ou apresentar desmatamento —, a indústria terá uma segunda chance. Se, nessa segunda oportunidade, outro CAR irregular for identificado, todos os CARs utilizados na RenovaCalc serão considerados inelegíveis, prejudicando severamente a nota do RenovaBio.

A maioria das indústrias comete estes equívocos:

  1. Realizar uma análise automática de supressão vegetal utilizando portais públicos de monitoramento do desmatamento, o que não equivale a uma análise de desmatamento zero.

  2. Não estabelecer prioridades para a coleta de CARs nem identificar quais deles exigem maior atenção. Afinal, nem sempre o maior CAR é aquele que mais contribui para o Volume Elegível.

  3. Não organizar o processo de coleta de CARs em um banco de dados estruturado.

A BioExecut coleta, analisa e cuida dos CARs do seu RenovaBio. Fale conosco e conheça exemplos práticos de trabalhos já realizados.

© 2026 BioExecut. Todos os direitos reservados.